Inicializando

July 3rd, 2009
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Como a maioria esmagadora dos usuários de computador, eu comecei usando produtos da Micro$oft, meu super 386 DX 40MHz com 4Mb de RAM e 128Mb de HD rodava MS-DOS 5.0 e Windows 3.1, uma combinação clássica, que depois evoluiu para o Windows 3.11 for Workgroups (agora eu tinha suporte a rede e nem precisava disso :) ).

Nessa época, por volta de 1994, eu descobri o que era a Internet, me apresentaram um tela de terminal preta com letras verdes e disseram “Isso é a Internet”, imagina só… eu, calourão de Processamento de Dados da UFBA (esse era o nome do curso na época, atualmente é Ciências da Computação), descobrindo que a internet era um monte de letras verdes. Ainda bem que pouco depois desse susto me apresentaram também o Mosaic (agora sim… a Internet ganhou outras cores), pena que só conseguia usar essa maravilha nas máquinas do laboratório da universidade (potentes IBM PS/1 486 SX de 25MHz e 4Mb de RAM), de casa o acesso via modem de 2400 bps (eu não digitei errado eram 2400 BPS mesmo) pelo Telix só me permitia ver as velhas letrinhas, que passavam a ser cinzas devido à minha configuração; a sensação do momento era o Gopher, uma espécie de Web em texto.

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Menoridade Penal?

June 30th, 2009
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Como primeiro post da categoria “Polemizando” nada melhor do que um assunto que é arduamente discutido cada vez que um menor está envolvido em algum crime.

Muitas pessoas defendem que a maioridade penal deve ser reduzida para 16 anos; até que seria uma boa ideia, já que com essa idade eles já cometem um crime muito grande, que é escolher quem vai roubar o nosso dinheiro. Eu sempre achei que deveria ser reduzida, também, a idade para tirar carteira de habilitação, mas votar exige menos responsabilidade do que dirigir ou cometer outro crime qualquer. O que normalmente vemos é que a grande maioria dos menores cometem crimes porque sabem que estão protegidos ou porque os “maiores” os usam para cometer os crimes pra eles.

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R1 usada ao extremo

June 26th, 2009
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Senhoras e senhores, vos apresento Sjaak Lucassen.

Eu tenho minhas dúvidas se isso é gostar de moto, eu não sei se eu teria coragem de colocar a minha Falcon em alguns lugares que ele foi de R1.

Dá uma pena…

Estranho personagem, esse tal de motociclista…

June 25th, 2009
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Eu recebi este texto por email há alguns anos e postei na minha comunidade dos “Amantes do Motociclismo” no Orkut, agora vou compartilhar com os visitantes do site.

Estranho personagem, esse tal de motociclista…

Difícil crer que seja possível preferir o desconforto de uma motocicleta, onde se fica instavelmente instalado sobre um banquinho minúsculo, tendo que fazer peripécias para manter o equilíbrio e torcendo para que não haja areia na estrada. Como podem achar bom transportar o passageiro, dito garupa, sem nenhum conforto ou segurança, forçando o coitado a agarrar-se à pança do motociclista, sujeitando ambos a toda sorte de desconfortos, como chuva, ou mesmo aquela “ducha” de água suja jogada pelo carro que passa sobre a poça ao lado, ou de ficarem inalando aquele malcheiroso escapamento dos caminhões em uma avenida movimentada como a marginal Tietê, por exemplo, sem falar da necessidade de se utilizar capas, casacos e capacetes, mesmo naqueles dias de calor intenso. Isso tudo enquanto convivemos numa época em que os automóveis nos oferecem toda sorte de confortos e itens de segurança. Ar-condicionado, que permite que você chegue ao trabalho sem estar fedendo e suado; “air bags”, barras laterais, cintos de três pontos, etc., que conferem ao passageiro uma segurança mais do que necessária; som ambiente; possibilidade de conversar com os passageiros (OS passageiros…) sem ter que gritar e assim por diante..

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Sonho Realizado

June 25th, 2009
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Eu e Fiona

Eu e Fiona

Há pouco menos de um ano eu consegui realizar um sonho que vinha desde a adolescência.

Acredito que todos os que teem motos, ou pelo menos teem vontade de ter, ja passaram pelo dilema de satisfazer seu desejo ou a família. Digo isso por que a maioria das famílias não quer ver seus membros se equilibrando sobre duas rodas.

Geralmente os argumentos contrários passam pela emoção, por exemplo: “Você quer matar sua mãe do coração?” ou “Eu não quero ficar cuidando de um aleijado o resto da vida”. Claro que quando somos jovens e “inconsequêntes”. Argumentos assim nos levam a repensar a decisão de satisfazer o lado pessoal em prol da satisfação familiar.

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Hello world!

June 15th, 2009
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O primeiro post sempre tem que ser um “Hello World!”.

A ideia é dizer que estou chegando… em breve teremos mais alguns textos aqui

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